Considerado “homofóbico”, vídeo cristão sobre homossexualidade é banido do YouTube

Considerado “homofóbico”, vídeo cristão sobre homossexualidade é banido do YouTube 

Michael Brown, autor do vídeo: "Não menosprezei ninguém"

Não é de hoje que as principais redes sociais do mundo estão fechando o cerco e forçando a ideologia progressista de esquerda em suas políticas de privacidade e comunidade. Nos Estados Unidos, um vídeo foi banido pelo Google, detentor da plataforma YouTube, pois o mesmo abordava a homossexualidade sob a ótica bíblica. 

O vídeo foi postado na conta de Michael Brown, apresentador da rádio Messianic Jewish, em forma de anúncio, para ser exibido aleatoriamente no início, meio e final de outros vídeos da plataforma. 

De acordo com as comunicações internas do Google, obtidas pelo Daily Caller News Foundation, o vídeo foi sinalizado em um boletim interno, que é gerenciado pelos recursos humanos da empresa e enviado para mais de 30.000 funcionários, que devem analisar cada vídeo e fazer uma espécie de “peneira” de conteúdo. 

O anúncio estava aparecendo em canais operados por usuários LGBTQ e foi reportado como homofóbico. O vídeo mostrava uma breve exposição de Brown, argumentando que a homossexualidade é um pecado, não maior que os outros, mas que também pode ser remido através do Evangelho. 

O vice-presidente de gerenciamento de produtos e anúncios do Google, Vishal Sharma, declarou que o vídeo não poderia mais ser exibido como anúncio. Embora ela afirme que o YouTube é uma plataforma aberta que apoia a “liberdade de expressão de criadores com uma ampla gama de visões”, Sharma explicou que a empresa não permite publicidade que deprecie as pessoas com base no que elas creem e isso também inclui a orientação sexual das pessoas. 

"Nós removemos anúncios que violam esse princípio básico", afirmou. "Depois de várias revisões cuidadosas ao longo de alguns dias, nossas equipes decidiram remover o anúncio em questão, pois isso viola nossa política. Comunicamos isso ao anunciante e estamos em contato com criadores de conteúdo que participaram ativamente desse problema”. 

Por sua vez, Brown deu sua resposta através de um editorial intitulado "Google vs. Palavra de Deus". Embora Sharma acuse seu vídeo de pessoas depreciativas, Brown afirma que seu vídeo não mostrou ódio contra a comunidade LGBT e simplesmente compartilhou a palavra de Deus. 

“Eu não menosprezei ninguém no vídeo. Nem uma vez. Eu simplesmente declarei o que a Palavra de Deus diz, simples e clara e diretamente", disse. E arrematou. “A batalha do Google agora é com a Bíblia”. 

Com informações de: The Christian Post

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