Censura a vídeo de Paul Washer é a prova de que há sim um patrulhamento ideológico nas mídias sociais


Um sermão bastante conhecido do pastor norte-americano Paul Washer foi mais uma vítima da patrulha ideológica no Facebook. O foco do vídeo? Pecado. Apenas isso. Mas foi o suficiente para a “comissão da verdade” do site enquadrá-lo como “discurso de ódio” por violar os Padrões da Comunidade da rede social. 

Sim, meus caros. Parece que falar sobre depravação total, o estado de queda do homem e a necessidade de redenção pela Cruz de Cristo está, na visão de Mark Zuckerberg, no mesmo patamar que racismo, violência e outros males. O link do vídeo foi removido, o que dá margem para pensarmos: o que mais falta acontecer? 

Não é de hoje que esse patrulhamento ideológico acontece nas redes sociais. Experimente postar qualquer vídeo de pregações contra a homossexualidade, por exemplo, que rapidamente ele será excluído. Tudo bem se você postar outro vídeo, de alguém dizendo que Jesus era travesti. Tudo “de boas”, como dizem. Ainda pode lhe render engajamentos. 

Como já publicamos, um vídeo foi banido no Youtube pelo Google, considerado como homofóbico, pois a homossexualidade foi abordada sob a ótica bíblica. O vídeo foi postado na conta de Michael Brown, apresentador da rádio Messianic Jewish, em forma de anúncio, para ser exibido aleatoriamente no início, meio e final de outros vídeos da plataforma. 

Se as coisas continuarem dessa forma, logo não haverá espaço para qualquer conteúdo cristão na Internet, principalmente as redes sociais. E olha que nem vivemos uma ditadura, como acontece em países como China e Coreia do Norte. Oremos! Só tende a piorar!

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