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Facebook censura conferência sobre liberdade religiosa na Austrália

Facebook censura conferência sobre liberdade religiosa na Austrália

Segundo o dr. Augusto Zimmermann, é patente a ideologia progressista e anti-cristã da rede social criada por Mark Zuckerberg (foto)

Nos dias 14 a 15 de junho, acontece a Freedom at the Crossroads – The Rise of Anti-Christian Sentiment in the West’ ("Liberdade Religiosa na Encruzilhada - A Ascensão do Sentimento Anti-Cristão no Ocidente"), que será transmitida em tempo real pelas redes sociais. Porém, o Facebook censurou o evento por considerar que o mesmo viola seus "padrões comunitários”. 

A denúncia foi feita pelo Dr. Augusto Zimmermann, professor e chefe do curso de Direito no Sheridan College, em Perth e um dos organizadores do evento. Segundo artigo escrito por ele em abril deste ano ao portal Spectator, o Facebook se recusa a permitir que qualquer pessoa publique informações sobre esta conferência. Ele citou como exemplo um professor de direito, que tentou anunciar a conferência em seu perfil. O anúncio foi imediatamente rejeitado. 

Não foi o único caso. Segundo Zimmermann, um dos palestrantes do evento postou que era uma honra para ele apresentar um trabalho em uma conferência tão prestigiada. O Facebook logo o impediu de fazer isso no Facebook. Sua mensagem foi bloqueada e palestrante foi informado de que tal anúncio não poderia ser feito porque a conferência, supostamente, "vai contra os Padrões da Comunidade [do Facebook], para que ninguém possa vê-lo". 

“Isso é absolutamente terrível e objetivamente constitui uma instância flagrante de censura de ideias nas mídias sociais”, afirma Zimmermann. E ele ressalta: “Eu estou totalmente impressionado. Isso coloca uma enorme impressão sobre os gigantes da mídia social, o que obviamente pode resultar em níveis nada razoáveis de censura de ideias ‘controversas’, incluindo aquelas que são manifestadas por cristãos conservadores”. 

O Facebook já esteve no centro das atenções internacionais no ano passado, após uma investigação do Congresso dos EUA. Durante seu testemunho de sete horas na sessão conjunta dos comitês de Comércio e Judiciário do Senado, o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, foi perguntado se o Facebook estava envolvido em um padrão generalizado de preconceito e censura política. Sua resposta foi uma cuidadosa não-resposta que fez muitos cristãos e conservadores ficarem em alerta. 

Recentemente, a rede social também foi alvo de críticas após censurar um vídeo contendo um trecho da pregação do pastor Paul Washer, que abordava sobre pecado e que foi considerado pela rede social como contendo “discurso de ódio”. Augusto Zimmermann ressalta que é patente a visão progressista e anti-conservadora da rede social. 

“Sabemos muito bem que a esquerda radical rotula como ‘extremista de direita’ qualquer um que possa estar situado no lado conservador do espectro ideológico. Isto é particularmente verdade quando se trata de cristãos que se atrevem a expressar ideias tradicionais no campo político”. 

Fonte: Spectator

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