Palestina já pagou mais de 1.25 milhões de dólares para terroristas condenados, diz site

Adballah Barghouti foi um dos autores do atentado a uma cafeteria em Jerusalém, há 17 anos (foto: Noam Moskowitz)

Dezessete anos atrás, uma bomba foi detonada na cafeteria da Universidade Hebraica em Jerusalém, matando nove pessoas, incluindo cinco cidadãos americanos, e ferindo mais de 80 pessoas. Este ataque foi um dos muitos ataques terroristas promovidos por uma mesma célula terrorista. 

Seis palestinos foram condenados pelo crime e sentenciados a múltiplas penas de prisão perpétua. Porém, o mais curioso é que desde a detenção destes, a Autoridade Palestina recompensou os terroristas presos, pagando-lhes mais de US $ 1.257.259. As informações são do site Palestinian Media Watch

Entre os terroristas condenados por este e outros ataques estavam Adballah Barghouti - cumprindo 67 sentenças perpétuas, uma para cada uma das vítimas que ele assassinou - e Ibrahim Hamed - cumprindo 54 sentenças perpétuas, uma para cada uma das vítimas que ele assassinou. Até junho de 2019, a AP cumulativamente pagou US $ 339.862 e continua a pagar-lhes milhares de dólares por mês, o que deve ultrapassar.

O ataque terrorista à Universidade Hebraica resultou na morte de nove pessoas e 80 feridos

Os outros quatro terroristas - Wael Qassem, Wassim Abbasi, Alla Aldin Abbasi e Muhammed Odeh - eram residentes de Jerusalém, o que deu-lhes direito a um suplemento salarial de 300 shekels por mês. Cada um deles recebeu mais de US $ 220.733 desde a sua prisão em agosto de 2002. Cada um deles recebe atualmente US $ 1.951 por mês. 

Os principais líderes da AP explicaram que a organização é "obrigada" a pagar salários aos terroristas palestinos nas prisões e às famílias de homens-bomba e outros chamados "Mártires", porque eram "soldados que foram enviados e que atuaram de pelo interesse nacional e não por motivos pessoais”, ou seja, porque receberam ordens. 

A lei da AP de prisioneiros e prisioneiros libertados proíbe a Autoridade Palestina de assinar qualquer acordo de paz que não inclua a libertação de todos os terroristas palestinos, incluindo os seis responsáveis pelo ataque na universidade hebraica, e muitos outros assassinos em massa. 

Fonte: God Reports

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