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DE NOVO, ZUCK? | Facebook censura grupo Pro-vida, sob acusação de propagar “fake news”

Lila Rosa, presidente da Live Action: "O Facebook decidiu verificar nossas informações, sobre as quais publicamos há mais de três anos, usando dois abortistas em suas fontes" |FOTO: SAMUEL SMITH

O grupo pró-vida Live Action é a mais nova vítima dos censores do Facebook. Alegando que o conteúdo é composto por "fake news", a rede social criada por Mark Zuckerberg restringiu o alcance da página após publicações que abordavam o aborto e suas consequências médicas. 

De acordo com o Live Action, na semana passada, os administradores da página foram notificados de que teriam o alcance reduzido pelo site, tendo em vista a ocorrência de "compartilhamento repetido de notícias falsas". 

O mecanismo de terceiros usado pelo Facebook para determinar que o conteúdo do grupo era "impreciso" se baseava nos pontos de vista de Robyn Schickler e Daniel Grossman, médicos abortistas de universidades da Califórnia que defendem o aborto como um procedimento clinicamente necessário. 

Em resposta ao vídeo contestado do Live Action, Grossman afirmou no Health Feedback que as palavras da fundadora e presidente da organização pro-vida, Lila Rose, eram imprecisas porque certas condições médicas, como placenta prévia e síndrome HELLP, podem tornar o aborto clinicamente necessário para evitar a morte da mãe. 

Rose, por sua vez, rebatou a postura censora da rede social. “Com milhares de ginecologistas e profissionais da área médica concordando conosco que o assassinato direto de uma criança nunca é clinicamente necessário, o Facebook decidiu verificar nossas informações, sobre as quais publicamos há mais de três anos, usando dois abortistas em suas fontes". 

O Live Action é conhecido por sua extensa defesa pró-vida e por operações secretas que expõem as práticas obscuras da Planned Parenthood, uma das maiores organizações abortistas do mundo. Nos últimos meses, chegou ao Pinterest e enfrentou o Twitter, que se recusou a permitir que o grupo comprasse anúncios. 

O grupo rebateu a alegação do Facebook citando os mais de 1.000 profissionais médicos que assinaram a Declaração de Dublin sobre Cuidados de Saúde Materna, que afirma que "a destruição intencional do feto - não é medicamente necessária para salvar a vida de uma mulher”, além de aproximadamente 2.500 outros membros da Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-vida. 

Fonte: The Christian Post

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