Padre conclama fiéis a protestarem contra decisão do STF e é denunciado por “LGBTfobia”

O abaixo-assinado proposto pelo padre, em junho deste ano | FOTO: Gabriel Dias

Aos poucos, a política totalitária da esquerda BR vai ganhando forças com uso do Estado. E isso pode ser percebido na decisão do Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), que abriu inquérito civil para investigar um padre acusado de cometer “LGBTfobia”. O que ele fez? Pediu que fiéis participassem de abaixo-assinado contrário à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de criminalizar a tal LGBTfobia, em junho deste ano. 

O “crime” atribuído ao padre Rodrigo Alves de Oliveira Arruda aconteceu na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, no bairro da Várzea, na Zona Oeste da capital. O abaixo-assinado proposto por ele se referia à Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão número 26 (ADO 26), classificada pelo vigário como "ativismo judicial".

O abaixo-assinado é direcionado à aprovação do PDL 409/19, de autoria do senador Marcos Rogério (DEM/GO), que susta os efeitos da ADO  26. Porém, a matéria encontra-se arquivada no Senado por apresentar inconsistências em seu texto. 

Para rechaçar o direito à opinião da comunidade religiosa, o grupo LGBT Leões do Norte formalizou a denúncia, a qual foi entendida pelo promotor Maxwell Anderson de Lucena Vignoli, da 7ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Recife como possível “violação dos direitos da população LGBT".

Nem o padre, nem a Congregação do Sagrado Coração, organização à qual pertence a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, fizeram declarações públicas a respeito do inquérito. O líder religioso terá que comparecer ao MPPE para prestar depoimentos sobre o caso. 

Vale ressaltar que defensores da ADO 26, tanto magistrados quanto parlamentares de ideologia esquerdista, afirmaram que não haveria qualquer perseguição a religiosos por conta de liberdade de expressão. 

Fonte: G1

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