Professora é suspensa após questionar inclusão de agenda LGBT em escola

Maureen Griffith: "com essa agenda LGBT, não há debate, questionamento. Apenas uma democracia unidirecional" | FOTO: Reprodução/BBC News

Uma professora que administra uma escola em Londres foi suspensa após questionar a adição de livros LGBT à biblioteca da instituição de ensino e introduzir o mês do Orgulho Gay no calendário escolar. As informações são da BBC News. 

Maureen Griffith trabalha na Alperton Community School, no norte de Londres, desde os anos 90. E ao ver a inclusão da agenda LGBT na instituição, passou a fazer questionamentos que não agradaram os gestores da escola. Segundo ela, os pais dos alunos deveriam ter sido consultados sobre as mudanças. 

"Como mãe, eu não gostaria que meus filhos estivessem lendo livros LGBT ou participando de um mês do orgulho LGBT", disse Griffith. 

Menos de duas semanas após a reunião que teve para tratar sobre o assunto, a professora recebeu uma carta dizendo que havia sido suspensa por "violar o Código Diretor de Conduta" e por fazer "comentários homofóbicos em uma reunião pública que eram ofensivos para os funcionários", pois alguns professores saíram da sala após as críticas feitas por ela. 

Em resposta à suspensão, Griffith disse que seu trabalho é "examinar" e ajudar a liderar a conversa para "discussão, debate e encontrar consenso sobre o caminho certo para avançar". 

"Quando eles me disseram que eu era 'homofóbica' por examinar a introdução do Mês do Orgulho LGBT, tive que voltar para casa e ver o que isso significava", disse ela. "Eu não podia acreditar. Mas agora, com essa agenda LGBT, não apenas nas escolas, mas em toda a sociedade, não há debate, questionamento e apenas uma democracia unidirecional”.

Fonte: BBC News/ Christian Headlines


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