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CHANGED| Ex-LGBTs se mobilizam nos EUA: "Nós existimos"

Membros do movimento "Changed" querem que pessoas como eles tenham acesso a terapias e aconselhamentos | FOTO: The Christian Post
Homens e mulheres que já se identificaram como LGBTs compartilharam nesta semana suas histórias pessoais de transformação com os legisladores dos EUA, depois que a Câmara aprovou uma lei no início deste ano que impediria acesso a aconselhamento e terapias para quem tem atração por pessoas do mesmo sexo, o que vem sendo interpretado pelos progressistas como "cura gay". 

Com camisetas pretas estampadas com a palavra "Changed" ("mudado"), que dá nome ao movimento, cerca de 15 pessoas da Church United falaram em uma entrevista coletiva no lado de fora do Capitólio dos EUA, onde compartilharam suas histórias com membros do Congresso. O grupo instou os parlamentares a não apoiarem a chamada "Lei da Igualdade", se alguma vez for trazida à palavra para votação.

"Há projetos atrás de nós que vão tirar nossos direitos", disse Jim Domen, da Church United, que afirma  que já teve atração por pessoas do mesmo sexo desde a sétima série e até se identificou como homem gay há cinco anos, mas hoje declara ser casado com uma mulher e tem três filhos. Ele descreveu seus anos em sua vida anterior como uma busca por amor, onde estava tão desesperado que não se importava se seus parceiros sexuais apresentavam hepatite ou eram HIV positivos.

"Minhas duas filhas e filho não acham que eu sou uma fraude. Eles sabem que eu sou real", disse ele. "Nós existimos. Somos pessoas que mudaram". 

Ele e outros enfatizaram a importância de que eles deveriam ter o direito de buscar opções de aconselhamento de acordo com sua fé, terapias que seriam restritas pela HR 5, a Lei da Igualdade - uma versão atualizada da legislação histórica de 1964 sobre direitos civis considerada por muitos como o legado do Dr. Martin Luther King - que passou na Câmara dos Deputados no início deste ano. O projeto está sendo apresentado por organizações ativistas LGBT.

Kevin Whitt, ex-transexual declarado, costumava acreditar que Deus e os cristãos o odiavam. Isso porque seu próprio tio, um ministro batista, costumava dizer essas palavras, destacando que "sua punição por ser gay ou trans era obter AIDS e morrer". "Então achei que, se eu tiver AIDS e morrer, vou me divertir fazendo isso", disse ele.

Mais tarde na vida, depois que ele recebeu Cristo e começou a ir à igreja por conta própria, começou a ver que, com exceção de algumas denominações periféricas, para a fé cristã como um todo, nada disso era verdade. Quando ele estava vivendo como uma pessoa trans, apresentando-se como uma mulher, ele rotineiramente sentiu que nunca poderia vir a Cristo e crer nEle.

"Eu não vim a Cristo em busca de mudança ou em busca de uma vida heterossexual. Vim a Cristo em busca de uma vida diferente, uma vida mais saudável. E apenas para saber que existe um caminho diferente na vida", disse Whitt.

Fonte: The Christian Post


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