Família vítima de tiroteio no México pertencia à religião Mórmon - Cristianismo Inconformado

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Família vítima de tiroteio no México pertencia à religião Mórmon

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Ao menos três mulheres e seis crianças da mesma família foram assassinadas no norte do México na segunda-feira 4 por um grupo de homens armados. As vítimas eram americanas e pertenciam a uma comunidade mórmon.

Segundo parentes das vítimas, membros da família LeBarón viajavam em três veículos separados quando os criminosos atacaram. Algumas crianças conseguiram fugir, mas outras foram atingidas por tiros enquanto corriam.

Um dos carros da família foi encontrado carbonizado | FOTO: KENNETH MILLER/LAFE LANGFORD JR/Reuters

Algumas horas depois do ataque, duas caminhonetes foram localizadas com as duas mulheres mortas a tiros, assim como dois menores de idade, um menino e uma menina, também mortos. Os criminosos atiraram nos veículos e os corpos estavam queimados, segundo os relatos.

Julián LeBarón, líder mórmon e ativista, afirma que criminosos que agem na região de Rancho de la Mora, na divisa entre os estados de Sonora e Chihuahua, na fronteira com os Estados Unidos, mataram sua prima e a família.

“Minha prima Rhonita seguia com seu marido para o aeroporto de Phoenix (EUA) quando sofreu uma emboscada. Atiraram e queimaram sua caminhonete com ela e seus quatro filhos. Foi um massacre”, disse LeBarón à Rádio Fórmula nesta terça-feira, 5.

Algumas crianças conseguiram fugir e caminhar até sua casa, uma delas com um ferimento de bala. Durante a noite, na comunidade mórmon, policiais e militares procuravam outra menor de idade que teria se escondido em um bosque.

Duas das crianças mortas tinham menos de dois anos de idade. Kenny LeBarón, outro primo das vítimas, afirmou ao jornal The New York Times temer que o número de mortos possa aumentar nas próximas horas.

Família LeBarón: suspeita de que membros de carteis mexicanos tenham causado os ataques | FOTO: Arquivo Pessoal


Perguntado sobre quem poderia ter cometido o crime, Julián LeBarón disse que “aqui é uma zona de guerra” onde agem os cartéis das drogas e todo tipo de “matador”.

Fonte: Terra/AFP






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