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Comissão que atua em defesa da liberdade religiosa busca novo convênio com o governo dos EUA

Comissários da USCIRF: apoio às minorias religiosas em lugares de forte perseguição | FOTO: Divulgação/USCIRF

A U.S. Commission on International Religious Freedom (Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional), cujo financiamento termina neste sábado (21), poderá ser autorizada a continuar recebendo apoio do Governo dos Estados Unidos, caso o Congresso aprove um projeto de lei que inclui uma seção que recomenda o convênio.

Desde a sua criação em 1998, a agência independente chamou a atenção para a repressão às minorias religiosas em todo o mundo e anualmente emite um relatório sobre a violação da liberdade religiosa. A proposta de financiamento  é no valor de US $ 3,5 milhões anualmente até 2022, parte de um projeto de lei para financiar as operações do governo federal que estão sendo consideradas pelo Congresso. 

Esse financiamento estava em risco depois que um painel bipartidário propôs novos requisitos para relatos de viagens pelos comissários do grupo de vigilância. O presidente da Comissão, Tony Perkins, disse que os comissários estão satisfeitos com a atual linguagem proposta. Ele disse que todos eles consideraram a proposta anterior "muito problemática" e uma tentativa de "microgerenciar a comissão". 

O projeto de 1.700 páginas, incluindo cerca de uma dúzia de páginas sobre o USCIRF, foi aprovado pela Câmara na terça-feira (17), mas deve passar pelo crivo do Senado e só assim assinado pelo presidente Donald Trump antes de se tornar lei. 

Em seu relatório anual no início deste ano, a USCIRF recomendou que o Departamento de Estado redesignasse 10 países como “países de particular preocupação”: Birmânia, China, Eritreia, Irã, Coréia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Tajiquistão e Turquemenistão.

Fonte: Religion News

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