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Refugiados cristãos denunciam sofrer discriminação por parte de funcionários muçulmanos da ONU

Segundo os cristãos que denunciaram o caso à CBN News, os funcionários da ACNUR tratam os refugiados cristãos com zombaria, indiferença e chegam a deportar alguns de volta aos países muçulmanos | FOTO: Missão Portas Abertas

Refugiados cristãos sírios disseram à CBN News que são impedidos de obter ajuda da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) por funcionários muçulmanos da ONU na Jordânia. 

Um dos refugiados ouvidos pela rede de TV, identificado apenas como Hasan, se apresentou como um sírio convertido ao cristianismo. Ele disse que os oficiais muçulmanos do campo da ONU sabiam que eram muçulmanos que se tornaram cristãos. “Eles lidaram conosco com perseguição e zombaria. Eles não nos deixaram entrar o escritório. Ignoraram completamente nosso pedido", disse. 

Ainda segundo a CBN, Hasan e sua família estão agora escondidos, com medo de serem presos pela polícia ou até mortos. A conversão ao cristianismo é um crime grave na Jordânia. Um padrão claro de discriminação por parte da ACNUR na Jordânia contra os cristãos. E parece ser uma das razões pelas quais, embora dezenas de milhares de refugiados muçulmanos sírios tenham sido assentados nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, apenas um pequeno número é cristão.

Outro refugiado sírio, identificado apenas como Timothy, disse que se tornou cristão depois de ver Jesus em um sonho. Ele também foi impedido de entrar em um campo de refugiados, por funcionários muçulmanos da ONU. "Todos os funcionários [das Nações Unidas], a maioria deles, 99%, são muçulmanos e estavam nos tratando como inimigos", explicou Timothy. 

Deportação, prisão ou morte

Os refugiados cristãos que chegaram aos países ocidentais, de acordo com a CBN, estão sendo cada vez mais deportados de volta para os países muçulmanos, sem levar em consideração o perigo que enfrentarão. O advogado sueco Gabriel Donner, que representa requerentes de asilo cristão, diz que a Suécia está deportando até um terço dos refugiados cristãos de volta para países muçulmanos, onde é provável que sejam presos ou mortos.

Um dos refugiados cristãos que agora enfrentam deportação iminente é Iman Amir-Ourang, do Irã. Ele diz que as autoridades suecas não entendem ou não se importam com as evidências de sua fé cristã. "Existem tantos ateus vivendo na Suécia, então eles não podem acreditar em alguém que acredita em Deus. Então, só porque eles não acreditam em nosso Senhor, eles não confiam em mais ninguém para acreditar no Senhor também”.

Fonte: CBN

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