"Bebês que sobrevivem a tentativas de abortos são deixados para morrer", diz ex-enfermeira

Jill Stanek afirma que viu crianças serem jogadas à lata de lixo
Sim. Esse é um dos relatos da ex-enfermeira Jill Stanek nesta terça-feira (11), perante o Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos, que analisa um projeto de lei anti-infanticídio que, se aprovada, a Lei de Proteção aos Sobreviventes ao Aborto Nascido Vivo exigiria que o mesmo grau de habilidade profissional, cuidado e diligência fosse dado aos bebês que sobrevivem ao aborto como qualquer outro recém-nascido. Além disso, a lei estabeleceria consequências criminais para os profissionais que não agirem de acordo.

Jill relatou suas próprias experiências de seu tempo como enfermeira em um hospital que cometeu abortos. “Eu não suportava ver essa criança sofrendo morrendo sozinha. Então eu a balancei pelos 45 minutos que ele viveu. Era um menino de 21 ou 22 semanas, pesava cerca de meio quilo e tinha o tamanho da minha mão”, disse a ex-enfermeira. 

Referindo-se a uma colega enfermeira do mesmo hospital, Stanek contou aos membros do Comitê Judiciário do Senado como um bebê abortado foi jogado no lixo. “Quando ela percebeu o que havia feito, começou a vasculhar o lixo para encontrar o bebê. E o bebê caiu da toalha e caiu no chão”, explicou ela.

Em um episódio particularmente horripilante, uma mãe “não só ficou chocada quando seu filho foi abortado vivo, mas também ficou chocada por ele não parecer ter as deformidades físicas externas que lhe disseram que ele teria. A mãe gritou por alguém para ajudar seu bebê e meu colega correu para chamar um neonatologista da unidade”. O bebê morreu dentro de meia hora.

Stanek descreveu em detalhes gráficos o procedimento conhecido como aborto induzido pelo trabalho de parto. De acordo com seu testemunho, o objetivo desse procedimento é simplesmente "fazer com que o colo do útero de uma mãe grávida se abra para que ela entregue prematuramente um bebê que morre durante o processo de nascimento ou logo depois".

O Dr. Robin Pierucci, médico e neonatologista com décadas de experiência, disse que os médicos deveriam aplicar o padrão médico de atendimento a todo ser humano. “Não há razão ética para que esse padrão de atendimento médico deva ser abandonado para um subgrupo de pessoas, porque elas podem ser menos 'desejadas' que outras. O desejo não determina a humanidade”, esclareceu o médico, que também possui mestrado em bioética.

Atualmente, os democratas que concorrem à indicação presidencial de seu partido, apoiam o aborto financiado pelos contribuintes sob demanda. Na semana passada, durante uma aparição no The View, Pete Buttigieg se recusou a condenar o infanticídio ou dizer em que momento da gravidez ele achava que o aborto tardio deveria ser restrito.

Vale lembrar que a Planned Parenthood, maior organização abortista do planeta, comete mais de 300.000 abortos por ano. 

Fonte: LifeSite

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