Mike Bloomberg teria dito a funcionária grávida que "matasse" seu bebê

Pesa sobre o presidenciável denúncias envolvendo maus tratos a mulheres grávidas | FOTO: Mario Tama/Getty Images

Uma denúncia de 1995 expõe que o candidato à presidência dos Estados Unidos, Mike Bloomberg, teria dito a uma ex-funcionária Sekiko Sakai, grávida à epoca, que deveria "matar" seu filho ainda não nascido. 

De acordo com os documentos de reclamação,  a ex-vendedora das empresas de Bloomberg, há 25 anos o candidato teria lhe perguntado como estava indo no casamento. E ao dizer que estava grávida, a funcionária ouviu dele: "Mate-o". Segundo Sakai, ela indagou o então patrão sobre o que acabara de dizer, e ele repetiu a frase. 

A vendedora contou a outras pessoas da empresa sobre a conversa, das quais cinco eram gerentes. Ela deixou a empresa, apresentou uma queixa e depois uma ação judicial. O processo foi resolvido fora do tribunal e Sakai assinou um acordo de confidencialidade.

"As palavras que me foram faladas pelo CEO da minha empresa em 11 de abril de 1995 nunca devem ser ouvidas por uma mãe grávida que espera o nascimento de seu primeiro filho", escreveu Sakai em uma carta sem data endereçada à deputada Sue Kelly. 

Enquanto isso, Bloomberg enfrenta críticas de como sua empresa lidava com mulheres grávidas e como ele fez algumas mulheres, como Sakai, assinarem acordos de confidencialidade. Nesta semana, a candidata presidencial e a senadora Elizabeth Warren também levantou a suposta conversa com Sakai.

"Pelo menos eu não tinha um chefe que me disse 'mata', como o prefeito Bloomberg teria dito a uma de suas funcionárias grávidas", disse Warren no debate desta terça-feira (24) na Carolina do Sul. Bloomberg negou as acusações. 

Desde então, a campanha da Bloomberg anunciou que libertaria três mulheres de seu acordo de confidencialidade. Sakai foi uma das primeiras. 

Fonte: Christian Headlines 

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