Header Ads

ad

Bancos de alimentos nos EUA enfrentam escassez de alimentos e de mão-de-obra

Baixas doações, falta de voluntariado e escassez de alimento são alguns dos entraves que os bancos de alimentos enfrentam para levar assistência aos mais vulneráveis |FOTO: Divulgação/North Texas Food Bank

A crise causada pela pandemia de coronavírus devastou muitos bancos de alimentos nos Estados Unidos, que fornecem refeições para os sem-teto e outras pessoas mais vulneráveis ​​do país. Algumas igrejas estão se aproximando para preencher a lacuna, porém, a escassez de alimentos e de mão-de-obra tem ressoado como um alerta. 

"Estamos extremamente preocupados", disse Anna Kurian, porta-voz do North Texas Food Bank. “Na verdade, existem 800.000 pessoas com insegurança alimentar no norte do Texas. Quando um desastre acontece, as pessoas recorrem aos bancos de alimentos para obter apoio”. 

A crise global de coronavírus mudou drasticamente a vida diária. Como a maioria dos estados determinou o fechamento de escolas e hospitais, a população se prepara para o pior. As medidas visam maximizar o distanciamento social para impedir a propagação do Covid-19.

Para as pessoas que enfrentam falta de moradia, é mais difícil receber a necessidade mais básica de alimentos. De ponta a ponta, muitas despensas menores tiveram que fechar na semana passada. No entanto, as igrejas também estão respondendo à escassez de alimentos. 

O pastor Scott Sauls, da Igreja Presbiteriana de Cristo, em Nashville, Tennessee, relatou como suas atividades locais continuarão durante a crise. "Estamos caminhando com amor para ajudar os mais vulneráveis", disse Sauls em uma entrevista. "Cristo nos dá a capacidade de viver com fé, em vez de medo e autopreservação".

Diminuição de Doações e Voluntários

O North Texas Food Bank trabalha com uma rede de mais de 200 agências parceiras em 13 municípios. Kurian destaca como a recente corrida aos supermercados, ligada a outros fatores, afetou os bancos de alimentos.

"Um declínio nas doações de varejo foi associado ao declínio de voluntários, especialmente entre os idosos", disse Kurian. "Quando não há tanta comida nas prateleiras, obviamente não haverá tanta comida para doar".

Sua declaração refletiu sobre as tendências nacionais, pois Kurian esclareceu que sua rede ainda não viu as doações de varejo declinarem. "O fato é que as pessoas precisam desesperadamente de comida. E essa necessidade só cresceu com as pessoas desempregadas", acrescentou.

As evidências atuais indicam que as pessoas com 60 anos ou mais enfrentam os maiores riscos do COVID-19. "É ainda mais assustador para a nossa população mais velha, que pode não estar saindo para a loja", disse ela. “Muitos deles não sabem como fazer compras online. Isso leva a nossa missão de alimentar as pessoas”. 

Na sede de Plano, os grupos escolares e empresariais programados para se voluntariar tiveram que cancelar turnos. Ela observou que as quedas no mercado de ações também podem afetar o trabalho crítico de ajuda. "As doações financeiras são essenciais para a nossa missão", disse Kurian. "Realmente não temos certeza de como as incertezas do mercado afetarão nossos resultados".

Fonte: Stream/ Breaking Christian News

Nenhum comentário