CORONAVÍRUS - Casos suspeitos sobem para 488 no Brasil

Até o momento, o Brasil confirmou apenas dois casos do novo coronavírus | FOTO: Agência Brasil 


O subsecretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, anunciou na tarde desta terça-feira (3) que o Brasil registrou 488 casos suspeitos do novo coronavírus. Também disse que 240 casos foram descartados.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse que novos países serão incluídos na lista de suspeitos de coronavírus, entre eles, os Estados Unidos. Ele também explicou que não há necessidade das pessoas que apresentam tosse ou febre leve corram para as unidades de saúde. A recomendação é que, se o cidadão apresenta alguns dos sintomas, pode ligar para o 136 para tirar dúvidas.

“Nós não precisamos impor as pessoas que procurem as unidades de saúde com sintomas leves. Vamos deixar para ir à unidade médica quem está com sintomas mais graves”.

Gabbardo também explicou que à medida que o vírus se espalha pelo mundo, será mudado o critério para dizer se o paciente é um caso suspeito de coronavírus. “Em breve será: tem sintomas e tem viagem internacional entra para lista de suspeito. Não será mais necessário fazer lista de países suspeitos.” E antecipou que chegará um momento em que será adotada a vigilância sentinela, que monitora a tendência de aumento da circulação do vírus na região.

Fake news 

Gabbardo criticou as notícias falsas (fake news) que estão circulando nas redes sociais. Citou o vídeo que fala do impacto do álcool em gel no teste do bafômetro. "Isso tecnicamente é impossível. Ninguém vai ser multado em uma barreira de trânsito porque passou álcool gel nas mãos. O uso das fake news é muito prejudicial para toda a população. O uso do álcool gel é fundamental."

Até o momento, o Brasil confirmou dois casos do novo coronavírus. Os pacientes moram em São Paulo e contraíram a doença durante visita recente à Itália. Ontem (2), o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Marcos Pontes, anunciou que o país prevê o investimento de R$ 10 milhões em pesquisas voltadas para mapeamento e sequenciamento do Covid-19.

Fonte: Agência Brasil 

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