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Grupo terrorista islâmico Al-Shabaab ordena que todos os cristãos saiam do nordeste do Quênia

Cristãos no Quênia estão entre os mais perseguidos da África pelos terroristas islâmicos | FOTO: Getty Images


O grupo terrorista Al-Shabaab emitiu comunicado que todos os cristãos de três municípios do norte do Quênia fujam imediatamente. Na declaração, os militantes islâmicos, conhecidos por sua brutal perseguição de crentes em todo o leste da África, deixaram claro seu desejo de banir a comunidade cristã local para que os muçulmanos possam tenham acesso aos postos de trabalho. 

“Professores, médicos, engenheiros e jovens graduados da província nordestina estão desempregados. Não é melhor dar uma chance a eles? Não há necessidade da presença de descrentes", disse um porta-voz do Al-Shabaab, de acordo com o Christian Post. O grupo também incentivou os somalis-quenianos a expulsar os próprios cristãos caso se recusarem a sair.

De acordo com o pastor de Garissa, Rev. Cosmas Mwinzi, a região norte está tensa há algum tempo, com muitos cristãos não-locais fugindo para a área em uma tentativa de escapar do conflito na vizinha Somália. 

“Esta região é instável há anos devido à guerra na Somália e ao ódio contra os não-locais, que são principalmente cristãos. Os níveis de educação e infra-estrutura nos três municípios são baixos e é somente através da experiência e do trabalho árduo dos não-locais que o padrão de vida do povo somali no Quênia pode melhorar. Temos pessoas não locais em todos os setores, da saúde à educação”, disse. 

Em janeiro, três professores não locais foram mortos por militantes da Al-Shabaab em um ataque à Escola Primária Kamuthe em Garissa. Na quarta-feira passada (26), militantes mataram a tiros dois cristãos depois de embarcarem em um ônibus que viajava do condado de Mandera para Nairóbi e exigir que os passageiros recitassem a declaração de fé islâmica. Um muçulmano acabou morto depois de tentar proteger os cristãos dos terroristas quando os combatentes começaram a separar os passageiros pela fé.

Fonte: The Christian Post/ Faithwire


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