"O Reino Unido nos discrimina", diz jovem com Síndrome de Down

Para Heidi Crowter, o fato de uma lei permitir o aborto de crianças com deficiência até próximo do nascimento revela a discriminação contra todas as pessoas com deficiência


Heidi Crowter, que tem síndrome de Down, está compreensivelmente desapontada com uma nova lei proposta no Reino Unido que permitiria abortar bebês com síndrome de Down até o nascimento, enquanto bebês “normais” podem ser abortados por até 24 semanas. Para a jovem, isso é discriminação. 

No entanto, não são apenas os bebês nascidos entre 20 e 24 semanas que devem ter uma chance na vida. A ciência confirma há muito tempo que a vida começa no momento da fertilização e, aos 21 dias, uma criança pré-nascida tem um batimento cardíaco. Em 39 dias, ondas cerebrais podem ser detectadas. 

Heidi e sua mãe têm boas razões para acreditar que as crianças com deficiência no útero são tratadas de maneira diferente daquelas sem deficiência. Em todo o mundo, parece que há uma missão de busca e destruição sendo realizada em crianças com síndrome de Down com países como a Islândia, vangloriando-se de que eles 'erradicaram' a condição abortando cada criança diagnosticada com ela.

O ponto principal é que todas as crianças têm valor e merecem ser tratadas com dignidade. Embora os ativistas do Reino Unido pareçam ter a ideia certa quando se trata de injustiça em discriminar crianças com síndrome de Down, toda criança merece ter uma chance na vida e não ser destruída pelo aborto simplesmente porque é vista como inconveniente ou defeituosa.

Fonte: LiveAction

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