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Procuradora-geral de Nova York quer que abortos continuem acontecendo, mesmo em tempos de pandemia

Letitia James: "O coronavírus não é uma desculpa para governos federais, estaduais ou locais reduzirem as liberdades reprodutivas das mulheres ou limitarem suas escolhas" |FOTO: Arquivo Pessoal 

Enquanto o mundo todo reune esforços para preservar vidas em meio à pandemia de Covid-19, a procuradora-geral do Estado de Nova York, Letitia James, afirmou nesta semana que as operações de aborto devem acontecer normalmente. Ela é uma das principais opositoras dos movimentos pró-vida nos Estados Unidos. 

"Para deixar claro, o coronavírus não é uma desculpa para governos federais, estaduais ou locais reduzirem as liberdades reprodutivas das mulheres ou limitarem suas escolhas. Qualquer mulher que queira ir ao consultório médico ou a uma clínica hoje e fazer um aborto deve continuar capaz de fazê-lo", disse James, de acordo com o  The Hill.

O Centro de Controle de Doenças (CDC) aconselha os centros de saúde a reagendar consultas não urgentes e procedimentos eletivos, tanto para limitar a disseminação do coronavírus quanto para liberar tempo e recursos para focar nos pacientes afetados por COVID-19 (a doença causada pelo coronavírus).

O cumprimento desta orientação foi misto, levando vários estados a exigir que as instalações interrompam temporariamente os procedimentos "não essenciais". Entre eles, outro procurador-geral, desa vez do Texas, Ken Paxton, deixou claro que a suspensão se aplica a "qualquer tipo de aborto que não seja clinicamente necessário para preservar a vida ou a saúde da mãe", pelo qual o lobby do aborto está processando o Estado.

“Para aqueles que não se sentem confortáveis ​​em deixar suas casas enquanto lutamos com o COVID-19, estamos lutando para manter o acesso das mulheres ao aborto e à pílula do aborto, para que suas escolhas reprodutivas não sejam limitadas”, ressalta Letitia, afirmando que faria tudo ao seu alcance para "impedir esse ataque ao direito constitucional de uma mulher ao aborto”. 

A posição de James não surpreende à luz do histórico de aborto de Nova York. No ano passado, o estado promulgou uma lei que codifica um “direito” a abortos no terceiro trimestre, apagando o reconhecimento de bebês pré-nascidos como possíveis vítimas de homicídio, removendo completamente o aborto do código penal e permitindo que não médicos cometessem abortos.

Letitia James, em uma marcha de LGBTQ
Os profissionais médicos pró-vida adotaram a noção de que a indústria do aborto deve obter aprovação dos mesmos padrões atualmente aplicados a todos os campos legítimos da medicina. A Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-Vida (AAPLOG) afirma que, embora “o aborto eletivo não seja 'essencial' nem 'urgente'”, ele “consome recursos críticos, como máscaras, luvas e outros equipamentos de proteção individual, e desnecessariamente expõe pacientes e médicos a patógenos. "

"O aborto eletivo, tanto cirúrgico quanto induzido por drogas, também gera mais pacientes para serem atendidos em salas de emergência já sobrecarregadas. A maioria dos provedores de aborto instrui as mulheres a irem para a sala de emergência se tiverem algum sintoma relacionado após o aborto. Aproximadamente cinco por cento das mulheres que se submetem a abortos medicamentosos precisarão ser avaliadas em um pronto-socorro, geralmente para hemorragia. Abortos cirúrgicos também podem resultar em hemorragia. O pessoal da emergência - que já está lutando para atender às demandas da pandemia do COVID-19 - ficará ainda mais preocupado em prestar assistência a essas mulheres”, diz o comunicado da organização. 

Fonte: LifeSite

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