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Cerca de 25 mil pessoas estão recuperadas do Covid-19 no Brasil, afirma MS

Segundo o Ministério da Saúde, em breve serão anunciadas as mudanças relacionadas a isolamento social em todo o paí|FOTO: Erasmo Salomão/MS

O número de pacientes recuperados do novo coronavírus (Covid-19) em pouco tempo pode superar o número de mortes causadas pela doença. É o que mostra o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (22) e que surge como uma esperança aos brasileiros.

O número de mortes resultantes da pandemia chegou a 2.906, sendo 6% a mais que o divulgado na terça-feira (21), enquanto que o total de recuperados é de 25,3 mil pessoas, sendo 55,3% a mais em relação ao dado anterior. O total de casos confirmados é de 45.757 e o índice de letalidade se mantem em 6,4%, mesmo índice do dia anterior.

O Estado de São Paulo ainda é o que concentra o maior número de notificações, com 15.914 casos e 1.134 mortes. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 5.552 casos e 490 óbitos. 

Os dados foram informados pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich, em sua primeira entrevista coletiva para tratar sobre o enfrentamento à pandemia no país. Segundo ele, o Brasil tem desempenho acima de outros países, como Estados Unidos, Itália, Alemanha e França, no que se refere ao número de mortes por conta da Covid-19 em relação ao total da população.

Quanto ao isolamento social, Teich ressaltou que até o fim desta semana, sua equipe deve concluir os devidos ajustes às diretrizes definidas pela gestão anterior, do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, para orientar estados e municípios a definir sua forma de distanciamento.

“Afastamento é medida natural na largada. Mas não pode ficar sem um programa de saída. Vamos demorar um ano e meio para ter vacina. O país não pode sobreviver este período parado”, disse o novo ministro na entrevista coletiva. 

Teich não deixou claro, no entanto, quais serão as possíveis mudanças no que diz respeito ao isolamento social. Mas destacou que o Brasil demanda medidas específicas para cada local. 

“O Brasil é gigante e heterogêneo, não tem como uma diretriz não ser customizada para diferentes regiões do país. Qual é a estrutura de leitos, quantos por cento estão ocupados, como está a parte de recursos humanos?” questionou. 



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