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EUA já têm planos de contingência extensivos em caso de morte de Kim Jong Un

Segundo fontes, tudo indica que o ditador norte-coreano se trata de "procedimento cardiovascular" |FOTO: Reuters/KCNA

O Governo dos EUA tem extensos planos de contingência para uma eventual morte do líder norte-coreano Kim Jong Un. A informação foi repassada por uma fonte da Inteligência de Defesa à Fox News nesta terça-feira (21). 

O funcionário descreveu a probabilidade de uma enorme crise humanitária na Coréia do Norte, que pode incluir milhões de pessoas que passam fome e um êxodo em massa de refugiados norte-coreanos na China. 

Parte do plano dos EUA seria confiar fortemente na China para intervir e ajudar a gerenciar a situação dentro da Coréia do Norte, em parte devido à proximidade da China e em outra devido aos desafios logísticos dos EUA em fornecer assistência humanitária.

O Daily NK, periódico de notícias on-line com sede em Seul e que é administrado principalmente por desertores norte-coreanos, informou que Kim estava se recuperando de sua cirurgia em 12 de abril em um resort localizado em uma vila na costa leste. O relatório disse que Kim está com problemas de saúde por causa do fumo intenso, obesidade e excesso de trabalho.

Mas detalhes sobre a condição de Kim ainda não são claros, já que a Coréia do Norte é notória por conter e distorcer notícias dentro de suas fronteiras. As autoridades sul-coreanas subestimaram as implicações desses relatórios, observando nenhuma atividade incomum na Coréia do Norte. A agência de notícias Yonhap, da Coréia do Sul disse, em resposta aos relatórios, que "não é verdade" e que "não havia uma tendência específica". 

"Não temos informações para confirmar sobre os rumores sobre a questão de saúde do presidente Kim Jong Un que foram relatados por alguns meios de comunicação", disse o porta-voz presidencial sul-coreano Kang Min-seok. "Além disso, nenhum desenvolvimento incomum foi detectado na Coréia do Norte."

Muitas vezes surgem especulações sobre a liderança norte-coreana com base na participação em eventos estaduais importantes. Outra fonte de inteligência disse à Fox News na segunda-feira (20) que havia suspeitas de que Kim estivesse doente desde 15 de abril, depois que ele não compareceu ao feriado mais importante da Coréia do Norte, o aniversário de seu avô Kim II Sung.

A Agência Central de Notícias da Coréia do Norte afirmou que Kim presidiu uma reunião em 11 de abril discutindo a prevenção de coronavírus e elegendo sua irmã como membro suplente do departamento político do Partido dos Trabalhadores. Desde então, a mídia estatal informou que Kim também enviou saudações ao presidente sírio Bashar Assad e ao presidente cubano Miguel Díaz-Canel, além de “datas de aniversário” para duas autoridades norte-coreanas e um novo centenário.

Enquanto isso, fontes informam que a Casa Branca está ciente dos relatos de saúde de Kim, mas não houve confirmação de sua condição. As negociações entre o presidente Trump e Kim sobre o programa nuclear da Coréia do Norte estão há muito tempo paralisadas. Uma fonte observou que, durante sua última cúpula, os estrangeiros que estavam perto de Kim notaram uma respiração incomumente pesada para alguém da sua idade.

Também não está claro o que aconteceria com o regime norte-coreano se Kim caísse por problemas de saúde ou morresse. Embora a Coréia do Norte não tenha esclarecido quem seria o sucessor de Kim, alguns especialistas acreditam que sua irmã Kim Yo Jong entraria como líder, pelo menos durante um período de transição. Outros acreditam que a Coréia do Norte poderia ser governada pela liderança coletiva das elites do partido no poder, semelhante à União Soviética pós-Stalin.

Fonte: Fox News

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