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“A pandemia diminui, mas ainda não se esgotou”, diz primeiro-ministro Italiano

Giuseppe Conte: "O vírus ainda continua circulando no país" |FOTO: C. de Luca/Reuters

A Itália, aos poucos tenta, se recuperar do caos resultante da pandemia de coronavírus. No entanto, a batalha ainda não acabou. O próprio primeiro-ministro do país, Giuseppe Conte, disse nesta terça-feira (28) de que é extremamente importante não "baixar guarda", pois o coronavírus “ainda continua circulando”.

Somente neste domingo (26), o país registrou 255 casos e cinco mortes por covid-19, o que eleva o total de 246.118 casos confirmados e 35.107 óbitos, de acordo com o Ministério da Saúde italiano.

De acordo com o primeiro-ministro, se o estado de emergência não fosse estendido no país, o comitê científico e técnico que desempenhou um papel importante nos últimos meses deixaria de funcionar. Ele ressalta que a pandemia está reduzindo, mas “ainda não se esgotou". 

"Acima de tudo, nesta fase, estamos prosseguindo com a aquisição e distribuição dos equipamentos, dos dispositivos de proteção individual e de qualquer outra propriedade instrumental, incluindo os móveis úteis para garantir em setembro o início ordenado do ano letivo para mais de 10 milhões de pessoas, incluindo estudantes, professores e funcionários administrativos, que terão que retornar às escolas com a máxima segurança”, disse o premiê. 

A Itália também conta com 11.786 infectados em isolamento domiciliar e 735 em acompanhamento hospitalar, fora da UTI. Na semana passada, o país teve o maior número de casos (1.653) para o período desde meados de junho, indicando uma estabilização na curva epidemiológica após mais de três meses de queda.

No entanto, o país também registrou a menor quantidade semanal de óbitos por covid-19 desde o fim de fevereiro. Foram 60 mortes entre 19 e 25 de julho, contra 97 dos sete dias anteriores. O recorde semanal de contágios ocorreu entre 22 e 28 de março, com 38.894, enquanto o pico de óbitos foi contabilizado entre 29 de março e 4 de abril, com 5.339. 

Fonte: la Repubblica

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