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Irã aperfeiçoa tecnologia bélica e deixa Israel sob alerta, diz jornal

Parte das alegações dos oficiais de defesa do Irã é que seu radar também pode rastrear centenas de ameaças |FOTO: Ilustração/ASAP

A mídia iraniana afirmou esta semana que desenvolveu um radar de longo alcance. O equipamento surge quando o regime se gaba de ter drones e armas de precisão, deixando os vizinhos - principalmente Israel - em estado de constante alerta. 

No geral, o conceito do regime iraniano é mostrar que está construindo uma tecnologia militar mais sofisticada, o que o tornará um dos maiores produtores do mundo. O Irã recentemente também colocou um satélite em órbita.

Segundo o Fars News, não é a primeira vez que o Irã disse que seria capaz de criar um radar com alcance de até 3.000 quilômetros. Já fez essa afirmação antes, desde 2015, mas não mostrou nenhuma evidência de que o radar que construiu tem esse alcance. 

No entanto, persistem relatos de que ele conseguiu esse sistema de radar “além do horizonte” nos últimos anos, agregando-se a uma variedade de radares que já possuía e que tinham alcance de várias centenas de quilômetros.

Parte das alegações dos oficiais de defesa do Irã é que seu radar também pode rastrear centenas de ameaças. Isso também foi projetado para mostrar que o país construiu um radar semelhante aos modelos mais recentes na Rússia, nos Estados Unidos, em Israel ou em qualquer outro lugar, com capacidade para rastrear ameaças de longo alcance. E vale lembrar que Israel fica a cerca de 1.500 km do Irã.

O radar pode ajudar o Irã a monitorar aeronaves sobre o Golfo Pérsico ou mais longe. O país abateu um drone americano no ano passado, no Golfo de Omã. A discussão do Irã sobre suas novas capacidades de radar vem dias depois que a mídia iraniana também noticiou ataques aéreos israelenses na Síria. Isso pode significar que o país está enviando uma mensagem sobre a implantação de radar na Síria.

O Irã supostamente implantou um terceiro sistema de defesa aérea Khordad para a Síria, com quem tem acordos de defesa, em 2010 e 2018. Em julho deste ano, jatos dos EUA interceptaram uma aeronave iraniana sobre a Síria. Em janeiro, o Irã abateu por engano um avião ucraniano.

FONTE: Jerusalem Post

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