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YOM KIPPUR| Pela primeira vez, Muro das Lamentações ficou praticamente vazio

Por conta do lockdown, apenas quem vive dentro da Cidade Velha de Jerusalém e os principais rabinos da cidade puderam participar das orações frente ao muro |FOTO: Yonatan Sindel


Com Israel sob lockdown para conter a pandemia de coronavírus, o Muro das Lamentações recebeu apenas 200 fiéis na noite de sábado (26) para as orações penitenciais pré-Yom Kippur (Dia do Perdão) um ritual que geralmente atrai centenas de milhares. 

As orações selihot são tradicionalmente ditas nos dias que antecedem os feriados. O culto de sábado à noite era o último antes do Dia da Expiação, que começa na noite de domingo e termina na segunda à noite.

Sob as rígidas regras de bloqueio, que entraram em vigor na tarde de sexta-feira (25), apenas os residentes da Cidade Velha de Jerusalém que vivem dentro de um quilômetro foram autorizados a visitar o Muro das Lamentações, assim como os principais rabinos do país. A emissora pública Kan, que transmitiu o serviço ao vivo, disse que, na ausência de turistas e peregrinos, as luzes das ruas da Cidade Velha foram apagadas.

Alguns críticos, irritados com as regras de fechamento do governo, publicaram imagens da praça vazia do Muro Ocidental ao lado de milhares de manifestantes reunidos em frente à residência do primeiro-ministro em Jerusalém, que tiveram permissão para se manifestar depois que legisladores na sexta-feira não aprovaram os regulamentos que limitam os protestos.

Celebração do Yom Kippur, no ano passado |FOTO: Yonatan Sindel


Em uma repreensão aos manifestantes, que estão se manifestando contra seus casos de corrupção e como lidar com a pandemia, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também compartilhou uma foto, onde diz: “Caros cidadãos de Israel, com todas as dificuldades que isso acarreta, agradeço muito a cooperação da maioria dos cidadãos de Israel. Devemos parar as cadeias de infecção, seguir as instruções para o bem de todas as nossas vidas”.

O governo introduziu regras de bloqueio mais rígidas na semana passada, conforme o número de casos diários de vírus disparou, chegando a mais de 8.000 na última sexta-feira.

FONTE: The Times of Israel


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