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"FASCISMO ISLÂMICO"| Três morrem dentro de catedral na França, vítimas de ataque terrorista

Segundo testemunhas, o autor do crime decapitou uma das vítimas, uma mulher, e chegou a gritar "Allahu Akbar" ("Allah é Grande") |FOTO: Eric Gaillard

Um homem, provavelmente um radical muçulmano, decapitou uma mulher e matou outras duas pessoas em um ataque terrorista em uma igreja na cidade francesa de Nice nesta quinta-feira (29), disseram a polícia e autoridades.

O prefeito de Nice, Christian Estrosi, que descreveu o ataque como terrorista, disse no Twitter que ele aconteceu perto da igreja de Notre Dame da cidade. Ele também afirmou que o agressor gritou repetidamente a frase “Allahu Akbar”, ou "Allah é grande", mesmo depois de ser detido pela polícia.

Acredita-se que uma das pessoas mortas dentro da igreja era o diretor do templo, disse Estrosi, acrescentando que uma mulher havia tentado escapar de dentro da igreja e se escondeu em um bar em frente ao prédio.

“O suspeito de agressão com faca foi baleado pela polícia quando estava sendo detido, ele está a caminho do hospital, ele está vivo”, disse o prefeito a jornalistas. 

“Já basta”, ressaltou Estrosi. “Está na hora da França se exonerar das leis da paz para definitivamente erradicar o fascismo islâmico de nosso território”.

Policiais armados com armas automáticas estabeleceram um cordão de segurança ao redor da igreja, que fica na avenida Jean Medecin, principal via comercial de Nice. Ambulâncias e viaturas dos bombeiros também estavam no local.

Estrosi disse que o presidente da França, Emmanuel Macron, visitará Nice. Em Paris, parlamentares na Assembleia Nacional observaram um minuto de silêncio em solidariedade às vítimas. 

Estrosi destacou que as vítimas foram mortes “de forma horrível”, sendo que os  métodos batem com aqueles usados contra o professor de Conflans Sainte Honorine, Samuel Paty, decapitado neste mês em um ataque nos subúrbios de Paris por um homem de origem chechena que queria se vingar do uso pelo professor de uma charge do Profeta Maomé durante uma aula sobre liberdade de expressão.

FONTE: Reuters

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