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Pastor e senador Arolde de Oliveira morre aos 83 anos

Arolde estava internado desde o dia 5, se tratando da covid-19. Ele teve falência múltipla dos órgãos, devido ao alto grau da doença |FOTO: Tomaz Silva/Agência Brasil 


O senador e pastor evangélico Arolde de Oliveira morreu na noite desta quarta-feira (21) no no Rio de Janeiro. Ele tinha 83 anos e foi vitimado pela Covid-19, doença pelo qual estava internado desde o dia 5 no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul da cidade. De acordo com comunicado publicado no perfil do senador no Twitter, Oliveira teve falência dos órgãos devido ao alto grau da doença.   

"Comunicamos que nesta noite (dia 21 de outubro) o Senhor Jesus recolheu para si nosso amado irmão, Senador Arolde de Oliveira. Falecido vítima de Covid e como consequência a falência dos órgãos. A família agradece o carinho e orações. Mais informações à posteriori", diz o comunicado publicado nas redes sociais do pastor.

Engenheiro e economista, Arolde foi deputado federal por nove mandatos e atualmente era senador pelo Estado do Rio. Ele estava em seu primeiro mandato no Senado após ser eleito, em 2018, pelo Rio de Janeiro, com 17% dos votos válidos. 

Na campanha ao Senado, Arolde destacou pontos, como: ser contra a legalização do aborto, das drogas e dos jogos de azar, além de ser a favor da escola sem partido, defender o fim da progressão de pena, a redução da maioridade penal e a flexibilização do estatuto do desarmamento.

Arolde de Oliveira nasceu São Luiz Gonzaga, em 11 de março de 1937. Cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e depois se formou como Engenheiro pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) se especializando na área de Telecomunicações. 

Além dos mandatos na Câmara e no Senado, Arolde também foi secretário de Transportes do Rio e secretário de Trabalho e Renda do Estado do Rio. Também era proprietário, ao lado da esposa Yvelise de Oliveira e da filha Marina de Oliveira, da gravadora MK Music (antiga MK Publicità), uma das maiores do segmento cristão do país. 

O Governo do Estado e a Prefeitura do Rio decretaram luto oficial de três dias. 

FONTE: G1

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