Católicos poloneses são hostilizados por militantes abortistas


Um grupo de ativistas pró-aborto vem protestando constantemente na Polônia depois que o tribunal constitucional polonês aprovou uma medida para restringir o aborto no mês passado. Por conta disso, cristãos tem sido hostilizados pelos ativistas, principalmente católicos daquele país. 

A restrição aprovada pelo Judiciário proíbe o aborto, exceto em casos de estupro ou incesto. A lei do aborto permitia anteriormente o aborto em casos de anomalias fetais, mas a Polônia tornou a medida inconstitucional.

O movimento TFP Student Action informou sobre os violentos protestos contra católicos, igrejas e imagens, feitos por manifestantes pró-aborto. “Os ativistas contra a família usaram a violência física contra católicos pacíficos, invadiram igrejas, profanaram imagens e interromperam missas dominicais”, explicou um porta-voz da TFP.

Em um vídeo, é possível ver que muitos ativistas pró-aborto estão constantemente provocando os católicos, gritando palavras de baixo calão e bradando incessantemente: “É guerra! É guerra!”.

Enquanto rezavam o rosário em frente à Basílica da Santa Cruz de Varsóvia, um ativista pró-aborto atacou um membro da TFP, Stanislaw Sadowski. O militante puxou o fio do microfone da mão dele e saiu correndo, danificando a caixa de som. Então, Stanislaw tenta segurar o homem até que a polícia o apreenda.

Os católicos que estavam ao redor começaram a gritar “agressor”, enquanto a polícia de Varsóvia tentava contê-lo. É possível ver também no vídeo outro manifestante agredindo um católico com um “pau de selfie”.

Um estudante do TFP Student Action disse que “os católicos estão pedindo orações”, uma vez que os protestos contra católicos e a violência continuam por parte dos ativistas pró-aborto, feministas e LGBT.

“Nossa situação é muito difícil aqui na Polônia”, contou Misia Ptak. “Muitas igrejas estão sendo profanadas e vandalizadas. Os jovens que as protegem acabam feridos por garrafas, pedras e outras coisas. Agradeceria se compartilhasse nossa luta”.

FONTE: ChurchPop

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